O amor é um jogo. Para si tornar protagonista você precisa
sentar-se a mesa para jogar e não ser um mero espectador da partida, o amor é
um jogo que se joga a dois e nunca sozinho. Tudo começa com uma admiração,
“paixonite aguda”, um sorrisinho bobo de canto de boca ao pensar na pessoa, mas
isso pode evoluir, evoluir, evoluir e você acabar amando essa tal pessoinha.
Quando se der conta de que está amando alguém se ponha para
jogar, coloque as cartas na mesa, use seus truques. Demonstre o que está
sentindo, não acoberte seus sentimentos, pelo contrário, os exponha. Se você
for apenas espectador desse sentimento pode ser que a pessoa amada nunca tome
conhecimento desse interesse e por água abaixo vai à possibilidade de viver um
amor.
O amor é um jogo de interesse, então o mostre.
Quando se joga uma partida não quer, necessariamente, dizer
que sempre se vai sair vencedor, mas existe a possibilidade e possibilidades
não são para serem desperdiçadas. Quando sentamos-nos à mesa para jogar, mas
não esgotamos nossos truques, quando nos mantemos inertes não é possível
alcançar um resultado favorável.
Se você ama alguém e ainda não se declarou, entre para o
jogo e se declare, mostre todo seu interesse. E, se você já está se
relacionando com o seu amor, mas está inerte, não demonstrando seus sentimentos
passe a mostrá-los antes que seu relacionamento se desgaste, pois como disse: o
amor é um jogo que se joga a dois.
O amor pede interesse mútuo, interesse em saber como foi o
dia de trabalho, interesse em saber se o outro está bem, se está mal, interesse
em saber o que o outro pensa e respeitá-lo, interesse no outro. Simplesmente se
interessar, demonstre, se coloque a mesa para jogar e movimente suas cartas da
manga.
Se nada der certo não fique “deprê”, vida que segue. Mas a
vida segue com a certeza de que você não deixou nada a desejar, que se jogou de
corpo e alma, sem arrependimentos por aquilo que você sufocou ao invés de
revelar.

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